domingo, 27 de fevereiro de 2011
De Punta Arenas a SP-a longa viagem de volta
Dia 13-11/01/11- 3ª feira- Punta Arenas- Puerto Natales- El Calafate
Depois do café, saímos de Punta Arenas para Puerto Natales no Buses Fernandes (só atravessar a rua, praticamente) às 9:00 hs, debaixo de frio e uma chuva fininha.
Chegamos a Puerto Natales por volta das 13:00 hs. Passamos no Nikkos para pegar nosso equipamento de acampamento deixado lá e levamos até a agência de viagens.
Nosso ônibus sairia às 18:00 hs, tempo então para almoçar (no La Tranquera, Manuel Bulnes, 581, menu do dia,merluza com purê de batatas ou bife a milanesa com arroz por CH 3.500,00 o prato) e comprar algumas coisinhas.
A cidade já estava em movimentação para a greve marcada para iniciar aquela noite. Vimos chegando carros do exército, soldados fardados e os Carabineros do Chile. Alguns comerciantes locais, já nem atendiam mais os turistas, preocupados em preparar faixas e cartazes para a paralização do dia seguinte. Mal sabíamos da nossa sorte em estar saindo da região ainda nesta noite, pois no dia seguinte, já estaria tudo fechado, como pudemos constatar nos noticiários quando chegamos em casa.
O ônibus da Cootra saiu às 18:15 hs e passou por outro lado, na portaria via Rio Túrbio.
Chegamos em El Calafate por volta das 23:30 hs, sem nenhum táxi no terminal de ônibus para o nosso desalento total e fomos lá, caminhando com todo a bagagem de acampamento e agora todas as nossas compras até o Hostel América Del Sur, que já nos esperava e onde fomos recebidos com um entusiástico “Hola, Marcia, sejam bem vindos de volta!!!” pelo simpático Patrício àquela hora da noite, foi um alento.
Observamos que apesar da demora nos translados, foi muito bom termos deixado tudo reservado assim que chegávamos. Portanto, reservar sua volta de Punta Arenas para Puerto Natales ou El Calafate, assim como sua hospedagem na cidade de destino é importante, pois vimos pessoas tendo que esperar ou simplesmente saindo procurar outra alternativa de transporte e de hospedagem na hora, o que nem sempre é possível.
Dia 14- 12/01/11- 4ª feira- El Calafate- Buenos Aires-São Paulo
Tomamos café, arrumamos pela última vez nossa bagagem, fizemos o check out, deixamos as malas no hostel, pedimos um táxi para nos levar até o Aeroporto e descemos para o centro para esperar o horário do vôo.
Andamos no centro de novo, comemos de novo nas empanadas, com a diferença desta vez que a proprietária estava presente e nos destratou achando que estávamos consumindo outros alimentos que não o dela. Indicamos o lugar da primeira vez, mas devido a este fato desagradável, desaconselhamos. Ficamos chateados com a situação, e como já era quase hora de voltar para esperar o táxi, voltamos ao hostel, nos despedimos da equipe com um forte abraço e rumo ao aeroporto.
Estava um caos o aeroporto de El Calafate, demoramos 1:15 h para fazer o check in e embarcamos para Buenos Aires por volta das 15:40 hs. Desembarcamos em Guarulhos à 1:30 h e assim terminou nossa já saudosa estadia neste país fascinante!
Punta Arenas
Dia 11-09/01/11- domingo- Puerto Natales- Punta Arenas
Café bem simples no hostel. Café, chá, pão, manteiga, geléia, suco de laranja e iogurte. Pegamos o ônibus às 10:00 hs e combinamos de deixar todo o equipamento de camping, que não iríamos utilizar no hostel para pegar na volta, no dia 11/01.
Chegamos a Punta Arenas às 13:00 hs, e mais um probleminha. Não anotamos o endereço do hostel, pois em toda cidade que chegamos as pessoas sabiam pelo nome onde ficavam as hospedagens (até aqui no Brasil, em qualquer cidadezinha). Perguntamos no terminal do Buses Fernandez, para os taxistas e nada. Ficamos lá parados, e apareceram na nossa frente nossas fadas madrinhas , Marilisa e Voluspa, que tentaram nos ajudar a descobrir o hostel, mas como disse a Voluspa, em Punta Arenas, com 250 hostels, se não tivermos o endereço do lugar, nada feito.
Nos levaram ao Hostel que elas ficariam, Joshiken, na mesma rua do Buses Fernandez e acabamos ficando lá mesmo, pois o preço era bem semelhante ao que havíamos reservado antes, ficava pertinho do centro, havia a indicação das nossas recém conhecidas amigas e ser muito limpo e aconchegante.
É uma cidade portuária, e sua principal atividade hoje está centrada no turismo. Seu porto recebe transatlânticos que utilizam a cidade como ponto de partida para viagens à Antártida. É uma cidade bonita, e o que surpreendeu foram as grandes construções, antigas, com uma arquitetura muito bonita.
Deixamos nossas coisas no Hostel, passamos no mercado, Unimarc, compramos algumas coisinhas para comer, fizemos farofa ali mesmo no estacionamento do mercado, para vergonha completa da Júlia; encontramos um pessoal que fez o W, em Torres Del Paine também,nos cumprimentamos como velhos amigos. Depois, pegamos um táxi (CH 2.000,00~2.500,00 ) até a tão famosa Zona Franca, na entrada da cidade, na verdade, nosso motivo principal para visitar Punta Arenas.
É um “shopping”, praticamente, com várias lojas, mas sinceramente, foi uma decepção. Qualquer shopping de São Paulo é maior, e infelizmente, como estamos acostumados na metrópole de compras do Brasil, acabamos comparando preços, oferta de produtos, variedades, novidades e em nenhum quesito destes a Zona Franca ofereceu vantagens. Como era domingo, nem todas as lojas estavam abertas, mas serviu para vermos os preços. O que vale a pena, são realmente, as roupas, sejam elas as esportivas e técnicas (loja Balfer) ou as roupas normais mesmo.
Atravessamos em frente a Zona Franca e fomos ao mercado Sanchéz & Sanchez e lá fizemos a festa comprando roupas para o inverno, com preços realmente bons.
Voltamos ao Hostal, e pedimos indicação de restaurante, e nos indicaram o Restaurante Arco Íris, ao lado do Unimarc, na Rua Bories. Um bufê de self service imenso, com comida chinesa, vários tipos de salada, massas, churrasco, muita variedade, com sobremesa (vários tipos) incluída por CH 6.500,00 por pessoa. Vale muito a pena!
Voltamos rolando para o Hostal para descansar.
Dia 12-10/01/11- 2ª feira- Shopping
Café no Hostal com pão, manteiga, duas fatias de queijo e presunto para cada um, café e suco.
Dia literalmente de comprar. Depois de nos despedir das nossas fadas madrinhas que estavam indo embora, fomos para as lojas no centro de Punta Arenas, (principalmente na Rua Bories e arredores), e nesta época, os grandes magazines, (Johnson, Corona, Estilo de Vestir, etc) estão fazendo suas liquidações, com 60, 70% de desconto ou do tipo pague 1 e leve 2. Almoçamos no centro novamente no Restaurante Arco Íris, que foi muito bom e aproveitar o horário da siesta, onde todas as lojas fecham (entre 12:00~12:30 hs, retornando por volta das 15:00 hs, inclusive na Zona Franca).
Andamos numa ventania horrorosa, que quase nos arrastava pelas ruas!! Parece inacreditável, mas é essa a sensação mesmo, de ser carregado a qualquer momento pelo vento!! Soubemos no dia seguinte, no Hostal, que o vento atingira 120 km/ h!!!
Seguimos depois novamente, para a Zona Franca para dar uma última olhada, agora com as lojas abertas, confirmar que não vale a pena mesmo, passamos em frente, no mercado Sanchéz & Sanchéz para mais algumas aquisições. O taxista que nos levou para a Zona Franca nos informou da greve que teria início no dia seguinte, mas não imaginávamos a dimensão desta paralisação. Voltamos para o centro à noite, comemos um tostado com chá e chocolate quente e fomos ver o mar de Punta Arenas no friiiiiiooooooo.
Café bem simples no hostel. Café, chá, pão, manteiga, geléia, suco de laranja e iogurte. Pegamos o ônibus às 10:00 hs e combinamos de deixar todo o equipamento de camping, que não iríamos utilizar no hostel para pegar na volta, no dia 11/01.
Chegamos a Punta Arenas às 13:00 hs, e mais um probleminha. Não anotamos o endereço do hostel, pois em toda cidade que chegamos as pessoas sabiam pelo nome onde ficavam as hospedagens (até aqui no Brasil, em qualquer cidadezinha). Perguntamos no terminal do Buses Fernandez, para os taxistas e nada. Ficamos lá parados, e apareceram na nossa frente nossas fadas madrinhas , Marilisa e Voluspa, que tentaram nos ajudar a descobrir o hostel, mas como disse a Voluspa, em Punta Arenas, com 250 hostels, se não tivermos o endereço do lugar, nada feito.
Nos levaram ao Hostel que elas ficariam, Joshiken, na mesma rua do Buses Fernandez e acabamos ficando lá mesmo, pois o preço era bem semelhante ao que havíamos reservado antes, ficava pertinho do centro, havia a indicação das nossas recém conhecidas amigas e ser muito limpo e aconchegante.
É uma cidade portuária, e sua principal atividade hoje está centrada no turismo. Seu porto recebe transatlânticos que utilizam a cidade como ponto de partida para viagens à Antártida. É uma cidade bonita, e o que surpreendeu foram as grandes construções, antigas, com uma arquitetura muito bonita.
Deixamos nossas coisas no Hostel, passamos no mercado, Unimarc, compramos algumas coisinhas para comer, fizemos farofa ali mesmo no estacionamento do mercado, para vergonha completa da Júlia; encontramos um pessoal que fez o W, em Torres Del Paine também,nos cumprimentamos como velhos amigos. Depois, pegamos um táxi (CH 2.000,00~2.500,00 ) até a tão famosa Zona Franca, na entrada da cidade, na verdade, nosso motivo principal para visitar Punta Arenas.
É um “shopping”, praticamente, com várias lojas, mas sinceramente, foi uma decepção. Qualquer shopping de São Paulo é maior, e infelizmente, como estamos acostumados na metrópole de compras do Brasil, acabamos comparando preços, oferta de produtos, variedades, novidades e em nenhum quesito destes a Zona Franca ofereceu vantagens. Como era domingo, nem todas as lojas estavam abertas, mas serviu para vermos os preços. O que vale a pena, são realmente, as roupas, sejam elas as esportivas e técnicas (loja Balfer) ou as roupas normais mesmo.
Atravessamos em frente a Zona Franca e fomos ao mercado Sanchéz & Sanchez e lá fizemos a festa comprando roupas para o inverno, com preços realmente bons.
Voltamos ao Hostal, e pedimos indicação de restaurante, e nos indicaram o Restaurante Arco Íris, ao lado do Unimarc, na Rua Bories. Um bufê de self service imenso, com comida chinesa, vários tipos de salada, massas, churrasco, muita variedade, com sobremesa (vários tipos) incluída por CH 6.500,00 por pessoa. Vale muito a pena!
Voltamos rolando para o Hostal para descansar.
Dia 12-10/01/11- 2ª feira- Shopping
Café no Hostal com pão, manteiga, duas fatias de queijo e presunto para cada um, café e suco.
Dia literalmente de comprar. Depois de nos despedir das nossas fadas madrinhas que estavam indo embora, fomos para as lojas no centro de Punta Arenas, (principalmente na Rua Bories e arredores), e nesta época, os grandes magazines, (Johnson, Corona, Estilo de Vestir, etc) estão fazendo suas liquidações, com 60, 70% de desconto ou do tipo pague 1 e leve 2. Almoçamos no centro novamente no Restaurante Arco Íris, que foi muito bom e aproveitar o horário da siesta, onde todas as lojas fecham (entre 12:00~12:30 hs, retornando por volta das 15:00 hs, inclusive na Zona Franca).
Andamos numa ventania horrorosa, que quase nos arrastava pelas ruas!! Parece inacreditável, mas é essa a sensação mesmo, de ser carregado a qualquer momento pelo vento!! Soubemos no dia seguinte, no Hostal, que o vento atingira 120 km/ h!!!
Seguimos depois novamente, para a Zona Franca para dar uma última olhada, agora com as lojas abertas, confirmar que não vale a pena mesmo, passamos em frente, no mercado Sanchéz & Sanchéz para mais algumas aquisições. O taxista que nos levou para a Zona Franca nos informou da greve que teria início no dia seguinte, mas não imaginávamos a dimensão desta paralisação. Voltamos para o centro à noite, comemos um tostado com chá e chocolate quente e fomos ver o mar de Punta Arenas no friiiiiiooooooo.
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