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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Nossos points na Liberdade

Angry Birds na loja Shinozaki

Nossos points na Liberdade

Para abastecimento:

-Marukai ou Casa Bueno: uma do lado da outra, quase impossível entrar aos domingos. Aqui você encontra: obentôs, doces japoneses diversos, temos que trazer sempre, entre outros, doces como o yakimanju e sembei,  salgadinhos japoneses diversos, como um salgadinho de ervilha com cobertura de wasabi (ardido que dói!)  e biscoitos de arroz, balas de algas (compre, é super diferente!), balas com sabores inusitados (o de flores é o que a gente mais gosta). Depois, a comida de verdade, temperos, (aji no moto, missô, hondashi) furikake, macarrão para yakissoba, shimeji e shiitake desidratado, macarrão para udon, wasabi para comer com sushi e sashimi e banchá.
Marukai: www.marukai.com.br, Rua Galvão Bueno, 34
Casa Bueno: www.casabueno.com.br, Rua Galvão Bueno, 48

-Mercado Kaisen: um mercadinho pequeno, com hortifrútis orientais, mas as dicas aqui: na frente, têm uma barraquinha que vende o takoyaki e depois das 14:00 hs, os obentôs recebem um desconto de aproximadamente 20% . 

Coleção de miniaturas do Ultraman, Ultraseven e similares no  Shinozaki
Para bater perna:

-Himeyá e Tenman-yá: São lojas distintas, mas bastante semelhantes nos produtos que vendem: utensílios domésticos japoneses, panelas e aparelhos elétricos específicos, como as panelas para arroz ou fritadeiras, potinhos diversos, desde os plásticos, até os de melanina, acessórios para decoração, como luminárias e lanternas e biombos mas o que eu mais gosto são as cerâmicas japonesas, principalmente da Tenman-yá, aqueles conjuntos para chá, um mais lindo que o outro. Se eu pudesse, trazia um de cada...
.Himeyá:  http://himeya.com.br, Rua Galvão Bueno, 54
.Tenman-yá: www.tenmanya.com.br, Rua dos Estudantes, 19
Bronca: não me deixaram tirar nenhuma foto, em nenhum dos estabelecimentos!

Coleção de miniaturas no Shinozaki
toucas de animes e games










-Sogo Plaza Shopping: uma grande galeria, como inúmeras de São Paulo, mas aqui... lojinhas especializadas lógico. O que a gente gosta aqui: entrar nas inúmeras lojinhas que vendem animês, games, camisetas e brinquedos e acessórios para cosplay.
.Shinozaki: nem que seja para comprar um chaveirinho, vale a visita. A gente se perde com tanta coisa: os brinquedos, os chaveiros, as miniaturas diversas...
.Clássicos e animes: cada vez que a gente passa nesse box, nossa coleção do Miyazaki vai aumentando...
.Sogo Plaza Shopping: http://www.sogoplazashopping.com.br/, R. Galvão Bueno, 40.
.Shimozaki: www.lojashinozaki.com.br, 2º andar, loja 231
.Clássicos e animes: www.classicoseanimes.com,  Lj.13, Térreo

pertences da Júlia da Fancy Goods
-Fancy Goods: uma lojinha que as meninas de todas as idades irão amar! Tem tanta traquitana bonitinha, que não dá para sair de lá sem comprar pelo menos uma borrachinha. Bolsinhas, estojos, canetas, borrachas, lápis, cadernetas, todas importadas que sua filha (e você) irão se derreter, de tanta fofice!   
Bronca de novo: não pude tirar foto. O jeito foi tirar foto das traquitanas da Júlia, velhas mesmo.
Rua Galvão Bueno, 224

-Ikesaki Cosméticos: revoada das peruadas aqui... não lembro direito, mas são 3 ou 4 andares de cosméticos, setor de cabelos, setor de unhas, e assim vai...
www.ikesaki.com.br, R. Galvão Bueno, 37

-Tsuruya no Futon e Futon Shop: o japonês não consegue dormir com edredon fininho... nós “precisamos” do futon, para dormir. Além disto, veja os shikifuton, almofadas, tatames, esteiras e pufes.
. Tsuruya no Futon: www.tsuruya.com.br  R. dos Estudantes, 49
. Futon Shop: www.futonshop.com.br, R. dos Estudantes, 55 e 73

-Livraria Sol: tradicionalíssima, funciona desde 1949. Lembro que ia buscar livros para o meu avô, desde bem pequena ali, com ele.
www.livrariasol.com.br, Pça. Da Liberdade, 153.

-Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa (Bunkyo)
Também lembro de frequentar o local com o meu avô, que vinha para as exposições de orquídeas que a entidade fazia.
No 1º andar fica o Museu de Arte Nipo-Brasileiro, e do 7º ao 9º andar, está a exposição permanente do museu.
www.bunkyo.org.br,  R. São Joaquim, 381

Obentô só de sushi e inarisushi
Para comer

-Bakery Itiriki: uma padaria onde você escolhe o que vai comer no vasto bufê, entre pães de todos os tipos, doces, salgados e com especialidades japonesas, como o kare-pan, recheado com legumes ao curry e ainda os tradicionais salgados. A vitrine você enxerga da rua, e sempre é uma tentação passar ao seu lado.
R. dos Estudantes, 24  Fone: 3277-4939


-Food Center: é um prédio inteiro com restaurantes, na Rua da Glória. Fui no Sukiyaki House, especializado no prato que leva carnes, legumes e verduras diversas e macarrão,  e a diferença aqui, é que você mesmo vai preparando o prato na mesa que está embutido a panela, e os ingredientes vão sendo cozidos lentamente, cobertos com o molho.
No prédio também, além das casas especializadas em Sukiyaki, os de Sushi.
R. da Glória, 111.  Fone: 3106-4067


-Itiriki: Um bufê por quilo, com especialidades brasileiras, japonesas e chinesas.
Praça da Liberdade, 159. Fone: 3341-7528
-Kanazawa: casa de doces tradicionais japoneses. Frequento a região há muito tempo e só esta semana é que entrei. É bem pequenininho, já no finzinho da Galvão Bueno. Não comprei nada, porque já tinha passado para as compras de abastecimento, mas me tentou os doces frescos expostos. Da próxima visita não passa!
www.kanazawa.com.br, R. Galvão Bueno, 379.

Oniguiri de umê
-Mussashi Yakissobateria: um lugar pequeninho, um tanto quanto claustrofóbico, mas serve comida rápida, num preço honesto, farta, fugindo um pouco dos preços praticados em alguns restaurantes locais.
R. dos Estudantes, 28. Fone: 3203-0900

-Nandemoyá: para alguns, um horror, para outros, um paraíso. Um horror, devido às características “ambientais” do lugar: um enorme galpão, com capacidade para 400 pessoas, que acreditem, completamente lotado aos domingos, não há privacidade nenhuma, nem cantinho aconchegante, nem clima romântico e intimista que nada! Parece na verdade, um refeitório de uma fábrica. Some-se ao fato que aos finais de semana tem sempre música ao vivo, e às vezes, não é da melhor qualidade...
Agora, o paraíso: um self service com tudo fresquinho, reposto a toda hora, com sushis  que fogem ao padrão california roll, ou aquelas misturanças com manga e maionese dentro do sushi, que pelo amor!! Sushis com tako (polvo), ovas de peixe fresquinhas, temakis, e sashimis de atum e salmão bem frescos. Não é “o” japonês, com estrelas e tudo o mais, mas é honesto e a variedade chega a deixar a gente atrapalhado naquelas curvas do bufê. Missoshiru e uma sobremesa free.
R. Américo de Campos, 9. Fone: 3208-8604

-Pastelaria Yoka: bem famosa, cheia de indicações, dos Guias (Veja, Quatro Rodas, etc), fomos experimentar esta semana. É bem pequeninha, impenetrável aos finais de semana, então aproveitamos a semana, que estava bem mais tranquilo. O tão aclamado pastel realmente tem a massa bem fina, crocante e o recheio bem farto. São 33 sabores, e o preço varia de R$ 3,80 a R$ 9,80, o de camarão e o de bacalhau.




domingo, 3 de junho de 2012

Liberdade



Liberdade

A Liberdade, é um bairro no centro de São Paulo com a maior concentração de asiáticos (japoneses, chineses e coreanos) por metro quadrado e tudo o que se refere a sua cultura.
É ponto de “abastecimento” como no nosso caso, para buscar as iguarias orientais para a culinária, aos sábados e domingos funciona a feirinha tradicional, pegando a Praça da Liberdade e ruas adjacentes, ver as novidades da cultura pop japonesa e compras, compras!

Como chegar
A melhor maneira é o metrô. Você sai bem na Praça da Liberdade e daqui consegue chegar nos principais pontos do bairro a pé mesmo. Existem inúmeros estacionamentos, também facilita bastante. Os mais caros ficam nas adjacências das ruas Galvão Bueno, com a Rua dos Estudantes , Rua da Glória e Praça da Liberdade e quanto mais afastados deste quadrilátero, a hora/estacionamento vai barateando. Fique atento também que aos finais de semana os preços dos estacionamentos quase dobram.

Feirinha da Liberdade
Acontece aos sábados e domingos, das 9:00 às 18:00 hs, na Praça da Liberdade, até o finalzinho da R.Galvão Bueno. Fica bem cheio, principalmente, na época das festividades: em abril, o HanaMatsuri, em julho, o Tanabata Matsuri e em 31 de dezembro, a Festa do Moti Tsuki, que você já deve ter assistido rapidamente em algum telejornal matutino nesta data.
Na feirinha: um monte de coisa kitsch, para quem não está acostumado, mas sempre tem: os saquinhos vendendo os peixinhos beta, lanternas e luminárias de papel com ideogramas, plantas e vasos, mas só umas poucas barraquinhas, utensílios em bambu, como colheres, pentes, coçadores de costas (é, é isso mesmo que você está lendo), até com uma bolinha de borracha na ponta, para fazer massagens (toda casa de japonês tem), acessórios (brincos, anéis, pulseiras), material em couro (sandálias e bolsas), acessórios de decoração japoneses (fontes, persianas, amuletos, ba-guás) e... a parte da comida, lógico, todo o lado esquerdo da praça (pegando a Rua dos Estudantes).
Barracas disputadíssimas vendendo yakissoba, tempuras gigantes com camarão, ebiyaki, takoyaki e raspadinhas.

Como normalmente eu vou para me abastecer dos ingredientes para a culinária, (como o consumo aqui em casa é um tanto quanto frequente, é vantajoso ir até o bairro, do que comprar nos mercados comuns) prefiro ir durante a semana, que é bem mais sossegado.



Dicas:                                                                                                                                                         
-Preste atenção: você não está em Tóquio, ainda está em São Paulo. Apesar do policiamento, cuidado com bolsas e pertences pessoais. Não descuide...
-De novo, não se iluda... o lugar é sim, meio degradado, meio abandonado, as luminárias, o Torii estão sujos, há ambulantes em cima dos viadutos, alguns becos cheiram mal, então, nem tudo são flores....
- Não sei dizer, acho que nunca fui à noite, mas realmente não ficaria muito confortável. O bairro está colado à  Praça da Sé.. ponto nada seguro por aqui...
-Alguns lugares bem tradicionais (aqueles locais pequenos mesmo) só falam em japonês. Acho que você não terá que se preocupar muito, entrando só nos locais turísticos. Encontrei um local assim, onde o dono era já idoso, e o filho tinha saído um pouquinho, então com o meu parco japonês (minha mãe me xinga toda vez, para que eu fiz nihongakko (escola de japonês) tanto tempo!) consegui me comunicar.
-Não se assuste ao entrar em um restaurante e os donos gritarem para você: “Irashaimasê!!!”. É algo como “Seja bem vindo”. Vai fazer igual a um amigo de um amigo que saiu correndo achando que eles estavam dizendo exatamente o contrário, mandando ele embora...
-Não tenho dicas de lugares UAU, tipo chiquetê. Não sei dizer de lugares famosos “do” restaurante japonês, por exemplo, mas é um apanhado do que a grande maioria da colônia faz por aqui.


Para facilitar um pouco a sua vida:

(algumas parcas traduções):

.yakissoba: na verdade, todo mundo quando fala em comida japonesa, fala em ... yakissoba... sinto informar que não é japonês. É chinês! Preciso explicar mesmo? É o macarrão frito, com legumes, e carne (frango, carne ou porco) e o molho agridoce.
.tempuras: legumes ou frutos do mar (ou os dois) empanados e fritos
.ebiyaki: bolinhas recheadas com camarão e que levam um molho normalmente a base de shoyu e agridoce
.takoyaki: igual ao de cima, só que recheado com polvo
.raspadinhas: eu sei que é português, gente, mas não lembro muito de ter visto em outro lugar. Gelinho raspado, com calda a sua escolha (sabores de frutas) e leite condensado por cima.
.obentôs: é tipo um PF japonês, normalmente com sushi, oniguiri, um tipo de carne, como milanesa de frango, carne ou peixe, tempurá de legumes. Tem variações, mas o básico é isso.
.yakimanju: um bolinho assado com recheio de feijão azuki
.sembei: um biscoitinho fino, parecido com o nosso bijú.
.wasabi: uma pasta verde, de raiz forte, que acompanha sushis e sashimis
.missô: pasta de soja, usada para fazer sopas ou utilizada para temperos
.hondashi:tempero a base de peixe utilizada para fins diversos, no missoshiru, no nimono
.furikake:um temperinho seco, com vários sabores que utilizamos sobre o arroz
.shimeji e shiitake desidratado: tipos de cogumelos
.macarrão para udon: uma espécie de sopa, feita basicamente com um caldo a base de peixe, e complementos como aguê, kamaboko ou tikuwa e legumes
.sushi: o bolinho de arroz , que pode ser recheado ou coberto por peixe
.sashimi: peixe cru fresco (estou ouvindo um monte de ugh!!)
.banchá: chá verde
.futon: nosso edredon, só que tem uma camada bem grossa de fibras de algodão e revestidas com uma capa de algodão
.shikifuton: é a versão do futon mas com uma capa mais resistente e que vai ao chão, sobre tatames, para deitar por cima
.temakis: quase como os sushis, mas este fica em formato de cone e pode levar inúmeros recheios  também
.Missoshiru:sopa do missô

Como o post ficou levemente grande, achei melhor dividí-lo em duas partes. Consideremos esta, a primeira, como a parte técnica e depois conto nossos points.

Para conhecer e entender um pouco mais da cultura japonesa no Brasil, o link da NHK. Toda a colônia vê, já viu ou ouviu, em alguma época da vida.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Ceagesp- Feira de Flores

Feira de Flores


Para nós, paulistanos, o Ceagesp dispensa apresentações, mas para quem não conhece, ou é de fora, é a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo... (lá vem mais um daqueles posts chatos...rsrs).

O fato é que  além das viagens, também gosto de compartilhar nossas atividades "domésticas" e que todo o paulistano visitou ou deveria visitar uma vez na vida.
A Ceagesp, além de manter a maior rede pública de armazéns do Estado, presta serviços de classificação dos vegetais, e oferece a oportunidade do consumidor final fazer as suas compras no varejão ou na Feira de Flores.
Como para nós é pertinho, cada vez que "inventamos" ou "precisamos" de flores, plantas, vasos, e outros componentes como vasos, cachepots, terra, humus, substrato, etc, etc, nos programamos e fazemos uma visitinha ao entreposto. A parte do final da Feira, com artesanatos como velas, castiçais, vidraria, artesanato em bambu, madeira, laços, fitas, cestarias, é enlouquecedor para quem gosta de artesanato.

A feira funciona todas as terças e sextas-feiras das 5:00 às 10:30 hs. 
Endereço: Av. Dr. Gastão Vidigal, 1946 - Pavilhão MLP - Vila Leopoldina
Estacionamento: você irá pagar em torno de R$ 15,00 mais ou menos o tempo que se leva para olhar, comprar e carregar até o carro.
Carregadores: são os senhores com os carrinhos que estão espalhados pela feira toda. Cuidado com eles, se você andar muito distraído será arrastado ou atropelado por um deles. Fica em torno de R$ 15,00~R$ 20,00, dependendo da distância onde você deixou seu carro. Negocie antes.

Como vocês conhecem o muquirana do Ogro, e também sabem que a gente gosta de bater muita perna e gastar muita sola de sapato, garanto que não é viagem perdida. Apesar da distância, dependendo de onde você está vindo, os preços são imbatíveis!  Na última vez que passamos por lá (no feriado do dia 1º de maio), a Feira estava bem vazia, mas fizemos algumas aquisições: uma árvore de romã produzindo, pagamos R$ 25,00 e um de limão tahiti, R$ 35,00. Visitamos uma outra loja de plantas no mesmo dia, e achamos uma árvore de romã (bem menor) por R$ 300,00!









Dicas: 
-Um tanto desnecessário dizer, mas vá de tênis ou sapato fechado e baixo. Saltos e sapato aberto, em feira, não dá certo! Estou falando porque sempre encontro as peruas de plantão sofrendo para andar lá...
-Aprendi vendo os profissionais: vá anotando num caderninho, o box que você comprou (deixe pago e peça para o vendedor anotar o seu nome) e o produto. No finalzinho da sua compra, contrate um carregador, faça uma cópia da sua anotação, entregue ao moço e combine um ponto de encontro. Agiliza e você ganha um tempinho para uma última olhadinha...
-Não deixe isso para a última hora. Às 10:30 hs a Feira encerra mesmo, e se você não pegar sua mercadoria, perdeu!
-Fizemos isso na última visita. Carregamos o carro com a compra maior e voltamos para mais uma olhadela, por volta das 10:00 hs. Conseguimos pegar a hora da "xepa", e grandes ofertas podem te esperar nestes derradeiros 30 minutos.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Galeria do Rock

Galeria do Rock

Se São Paulo fosse ser definida por um tipo de música esta seria, na minha opinião, rock’n’ roll.
Nossa menininha, já dando adeus à era menina e abraçando a era teen , em total fase rock’n’ roll  (Deus seja louvado!) visitou conosco a Galeria do Rock  pela primeira vez o ano passado e adorou, e quando estamos perto pede uma passadinha por lá.
Copiando do site: “...A Galeria do Rock é um grande centro comercial e acima de tudo um importantíssimo pólo cultural da cidade de São Paulo. É composta por 450 estabelecimentos comerciais segmentados por diversos estilos, tanto de perfil de público como de tipos de serviços. Não apenas voltada ao mercado e comércio, a Galeria do Rock tem hoje um papel de disseminador de tendências”...

Como chegar
Fica na R. 24 de Maio, 62, na República, bem no centro de São Paulo.
Horário: de segunda a sexta,
das 9h às 20h; sábado, das 9h às 17h
 (entrada também pela Av. São João, 439)
Entrada franca


Poderíamos dividir mais ou menos assim:
-o subsolo, os salões de cabeleireiros e o setor de bordados;
-térreo: área mais “surf” e “street wear” e tatoo e piercing;
-do primeiro andar até o terceiro: área mais rock, com venda de cds, lps (ainda!) raros, dvds, vestuário e mais tatoo e piercing;
-no quarto: mais a área de silk screen


Aqui você encontra coisas que só vai achar... aqui.
No andar térreo, muitas lojas vendem tênis, um mais diferente que outro. A Júlia se arrependeu de termos comprado há uma semana atrás, um tênis normal no Shopping. Tinha uns modelos com estampa de melancia (é isso mesmo), bem diferente, lógico que só dá para criança usar, mas nunca tinha visto.
Fomos renovar também o pequeno estoque para o Ogro, que perdeu parte dos brincos e piercing que tinha.
Nos outros andares, andar, andar e andar.
Camisetas de banda, de todos os tipos e também de filmes. As lojas têm tamanho infantil também, uma gracinha.





Muita coisa no estilo gótico, ou no estilo mais “soft gothic”, sei lá, inventei isso agora, é uma coisa mais “delicada”, próprio para meninas, mas com uma pegada “rock ‘n’ roll”, diferente do estilo princesa, para as meninas menores ou do estilo perua, para as maiores, e com um senso de humor diferente e único. Para os homens também tinha coisa legal.
Como exemplo, cito a loja  Mosh Street Wear, onde compramos uma camiseta para a Júlia e uma para o João, bem apropriado, nós achamos, “Ctrl Alt Del”(que ele achou bem legal e quem conhece ele bem sabe que é muuuuuito difícil ele gostar de alguma coisa) e acho que vou ter que buscar o moleton com orelha de gatinho para a Júlia...De novo, não é merchandising, não estamos levando nada, mas é o tipo da coisa diferente e que achamos que vale a citação, além do atendimento super atencioso da Sueli.


loja da Mosh
Tinha uma loja também super legal, no segundo andar, mas acabamos não trazendo, com umas camisetas bem diferentes, por exemplo, com um Robert Pattison de olhos com tarja preta e escrito em cima “Mal de Pattison”... maldade...
O dono disse também que tinha uma com o Ultraseven, Ultraman, e mais não lembro o que, que imitava a camiseta clássica dos Ramones, mas estava escrito Japones... pena que não tinha mais...
Mais um exemplo: a GlamHaters  (olha o nome!)
Tá bem, consumismo, consumismo, mas acho que o mais legal aqui, é o encontro de gerações e o público, que é uma atração à parte.
Como eu disse antes, onde explico esses posts da Terra da Garoa, para nós, paulistanos, nascidos, crescidos e que vivemos aqui, não é novidade, mas para quem vem de fora, é.
Encontro de gerações porque: quando jovens, tanto eu quanto o João frequentamos a Galeria do Rock e hoje é a Júlia que se encanta com a atmosfera do local, assim como observei gente um pouquinho mais idosa, passeando pelos corredores até bebês, sendo introduzidos no Universo Rock ‘n” roll.
O público... ah!...... o público. Circulam numa boa góticos, punks, roqueiros, rockabillies, turistas...  A Sueli (da Mosh) conversava comigo e disse que este começo de ano recebia muitos turistas. Quando entramos na loja, ela acabava de atender uma família e a menina (devia ter seus 13~14 anos) estava simplesmente eufórica e parece que fizeram um “estrago” grande na loja. Perguntei depois, o motivo de tanta euforia e ela me disse que parece que eram do interior de SP, a primeira vez que visitavam a Galeria e a menina saiu simplesmente encantada, com tanta coisa diferente.
A você, menina desconhecida, dedico este post que me mostrou que se aprendermos a olhar as coisas do nosso cotidiano de outro jeito, há ainda alegria, descobertas e novidades, mesmo em um lugar tão improvável de se pensar nisto quanto aqui.


Rua Santa Ifigênia

Esquina da Rua Santa Ifigênia x Rua Aurora

Rua Santa Ifigênia

Jamais pensei que escreveria sobre este lugar. Não desmerecendo, mas não é um passeio “para meninas”. Normalmente, somos levadas para lá arrastadas pelo João, que fica lá tão feliz, quanto nós meninas ficamos na R. José Paulino.
Como diz a Júlia, é um ambiente muito “homesco”, designação que damos aqui em casa para programas cheios de testosterona, o que é um ambiente totalmente inóspito para uma família na sua quarta geração essencialmente feminina, mas...
É inegável porém, que só aqui, encontramos as quinquilharias elétricas e eletrônicas (não sei dizer o que é o que, tamanha a minha familiaridade com que transito por este universo...) que nossos meninos gostam tanto. Tivemos que ir esta semana pois um aparelhinho da Júlia quebrou, e só lá é que achamos o que queremos.

Um pouquinho de história, (não falei que seria bom até para aprender coisas novas sobre velhos lugares que visitamos!)
...”A história da Rua Santa Ifigênia remonta a final do século XVIII e início do século XIX quando ela foi aberta. No ano de 1810, ela já aparecia representada em antigos mapas da cidade, mas ainda sem denominação. Naquela época, ela começava no Largo de Santa Ifigênia terminava na atual Rua Vitória. Porém, o seu nome está ligado à igreja de Santa Ifigênia. No local onde hoje se encontra a Igreja de Santa Ifigênia, já deveria existir, desde 1720, uma pequena capela.”...continua...

Aqui, você encontra o que procurar em acessórios eletrônicos, cabos, antenas, controle remoto, novidades em games, etc, etc...
Mais Links de busca:

Como chegar:
O melhor acesso é por metrô
Nós costumamos ir de carro mesmo, e paramos nas adjacências, normalmente na Av. Rio Branco, nas Ruas Aurora ou Vitória.

Nossos points
Veja bem: não é merchandising. Chegamos nesses lugares por indicações, e temos feito bons negócios nestes estabelecimentos, sempre bem atendidos e a qualidade e preço dos produtos as melhores condições em comparação com outros estabelecimentos onde cotamos.
-Para games em geral: Eletro MilR. Santa Ifigênia, 348 – 1º Andar
-Para a parafernália de som e imagem do João: Mundi Center – R. Santa Ifigênia, 342
-Instrumentos musicais: guitarra para a Júlia e o violão do João (que atualmente só servem como enfeite de parede):  V8 Instrumentos musicais- R. do Seminário 182/186
-Equipamentos Apple: Tem um box onde compramos algumas coisas, fica em uma galeria na R. Aurora, mas não lembro o número, (na próxima vez que passar por lá atualizo os dados).
-Elétrica: a Santil é imbatível. Lógico que eu e a Júlia ficamos na loja com cara de adolescente quando a mãe encontra a amiga no shopping e fica conversando, mas o João tem convulsões de alegria aqui, olhando aqueles negocinhos que prá gente é tudo igual...


Pequenos toques
-De qualquer forma, mesmo apesar do policiamento, você está na antiga área da cracolândia, e não descuide da vigilância. Você está em São Paulo, lembre-se sempre disto!
-Complicado comprar dos camelôs... não vou nem entrar na parte da ilegalidade, da pirataria, etc, etc, o grande problema, é a qualidade e a garantia dos produtos que você adquire assim. Quem nunca comprou um DVD pirata que atire o primeiro aparelho made in Paraguay (diga-se de passagem, altos fights aqui em casa por causa disso, pela Júlia, politicamente correta e principalmente pelo João, que estragaria o aparelho de última geração que ele comprou). Não preciso dizer quanto dinheiro acabou indo pelo ralo por causa desses DVDs e joguinhos de PlayStation que simplesmente não fazem nada..., muito menos abrir.

Gente, este foi o post mais chato que eu já fiz na minha vida. De qualquer forma, espero que sirva para alguém, de algum jeito, em algum lugar...

Terra da Garoa

Teatro Municipal

Costumamos escrever sobre nossas saídas, mas navegando pela blogsfera estes dias, percebi que escrevemos muito mais sobre outros lugares do que o lugar onde passamos a maior parte do nosso tempo.
Já comentei e todos sabem que somos uma família normal, com seus empregos normais e rotinas de casa, escola, trabalho e nossa vida não é só viajar o tempo todo.
Não percebemos que também, e principalmente, deveríamos escrever do que conhecemos mais e melhor, que é onde a gente mora.
Vou chamar estes posts (por sugestão da Júlia), de Terra da Garoa, dos lugares que frequentamos, das coisas e lugares que gostamos, que são simplórios ao nosso ver,  mas de repente pode ajudar aqueles que visitam esta cidade sofrida que todos adoramos xingar, reclamar, do trânsito, da poluição, da confusão, das enchentes, da correria, da feiúra, da violência, mas que também literalmente não sabemos viver sem, com tudo o que já foi cantado e versificado, dessa gente trabalhadora, que acolhe não só a gente do Brasil inteiro como do mundo todo, esta cidade multifacetada e multicultural.
Será um belo exercício também, aprender a enxergar , com um novo olhar, o que os olhos já acostumaram a ver e os sentidos a sentir e perceber novas e velhas belezas, ou redescobrir e revisitar até lembranças guardadas no fundo da memória.